AI SPORTSANALYTICSVolume absurdo, pontaria rara: 3.91 a 1.08 de xG resumem a noite em que o Fire insistiu até a trave ceder e o gol de 0.862 de xG selar o 3-1.

Trinta e sete finalizações. Apenas quatro no alvo. Soldier Field assistiu a um jogo de volume raro e de pontaria mais rara ainda: o Chicago Fire bateu o Vancouver Whitecaps por 3-1, com 3.91 de xG contra 1.08 dos visitantes.
O Chicago partiu para cima desde o apito inicial. Aos 9 minutos, Jonathan Bamba abriu o placar após assistência de Anton Salétros. Jack Elliott acertou a trave aos 18, e aos 27 Philip Zinckernagel parou na trave em lance de 0.788 de xG — a maior chance da primeira etapa. Aos 32, outra finalização de Elliott foi tirada em cima da linha. O Vancouver, com Ryan Gauld e Brian White, respondia sem converter: 1-0 no intervalo.
Aos 46, Thomas Müller entrou no lugar de Aleksa Cvetković. Bamba mandou para fora aos 47 e, aos 50, Zinckernagel fez 2-0 com assistência de Maren Haile-Selassie. Johan Gomez desperdiçou aos 54 uma chance de 0.556 de xG. O Vancouver encostou aos 73, com Mathías Laborda servido por Oliver Larraz. Mas Robert Lewandowski, que havia entrado aos 76, deu o passe para Haile-Selassie selar o 3-1 aos 88, em finalização avaliada em 0.862 de xG.
Haile-Selassie foi o nome da noite: deu a assistência do segundo gol e fechou o placar com a finalização mais provável de toda a partida. Ele havia finalizado quatro vezes antes de acertar. Zinckernagel, com um gol e uma trave, e Lewandowski, decisivo minutos depois de entrar, completaram a noite produtiva do Fire.
Foram 22 finalizações do Chicago contra 15 do Vancouver, e o Fire insistiu até a pontaria ceder. O Vancouver saiu de Soldier Field com volume e um gol — lição amarga: volume sem direção não derruba quem não desiste.
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