AI SPORTSANALYTICSCada finalização certeira do Real Madrid virou gol em Atenas, e o chute de xG 0.024 de Valverde definiu o 2-3 aos 90+2.

Cinco finalizações no alvo, cinco gols. AEK e Real Madrid somaram 33 chutes na noite de Atenas — 24 dos espanhóis, 9 dos anfitriões — e o placar de 2-3 só ficou pronto aos 90+2, com um chute de xG 0.024 de Federico Valverde. Na posse de bola, domínio absoluto dos visitantes: 69% contra 31%.
O AEK abriu aos 12 minutos: Aboubakary Koita, servido por Luka Jović, finalizou com apenas 0.044 de xG e fez 1-0. O Real Madrid criava sem concluir — Mbappé perdeu aos 21, Vinícius Júnior aos 28 e 45 — até Jude Bellingham empatar aos 32, assistência de Marc Cucurella (0.202 de xG). Antes do intervalo, Bernardo Silva desperdiçou a maior chance desperdiçada do jogo, de 0.51 de xG, e os times descansaram em 1-1.
O Real Madrid seguiu martelando na etapa final: finalizações de Éder Militão aos 50 e de Marc Cucurella aos 55 sem prêmio, além de duas tentativas de Mbappé. Mesmo com 31% de posse, o AEK voltou à frente aos 75: Stavros Pilios, servido por Koita, marcou 2-1 com 0.191 de xG. A reação levou três minutos. Aos 78, na quinta tentativa da noite, Mbappé recebeu de Denzel Dumfries e empatou no chute de maior probabilidade da partida: 0.765 de xG.
O gol decisivo veio do banco. Federico Valverde entrou aos 67, no lugar de Yan Diomande; Brahim Díaz, aos 81, no lugar de Cucurella. Aos 90+2, os dois se uniram: passe de Brahim, chute de longa distância de Valverde — xG 0.024, o menor entre os cinco gols da noite — e 2-3 definitivo. Do outro lado, Koita fechou a noite com um gol e uma assistência: presença nos dois lances em que o AEK esteve à frente.
Precisão vale mais que volume na Champions: o Real Madrid desperdiçou 21 chutes em Atenas e mesmo assim saiu vencedor.
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