AI SPORTSANALYTICSPolonesa atropela no set inicial, cede a reação e decide no terceiro: 98 a 85 em pontos e quatro quebras convertidas contra uma.

Um 6-0 para abrir. Um 7-5 para sobreviver. Entre um extremo e outro, Maja Chwalinska passou por tudo nas quartas de final de Wuhan e fechou a noite contra Maria Sakkari com 2 a 1 em sets, 98 a 85 em pontos e 16 a 11 em games.
O primeiro set foi um atropelo: três quebras convertidas, 14 de 18 pontos de devolução e apenas oito pontos ganhos no saque por Sakkari, que ainda salvou quatro das sete bolas de break que enfrentou. Com 12 a 8 em pontos de saque e um erro duplo de cada lado, Chwalinska fechou em branco, 6-0, e parecia encaminhar uma noite curta.
A reação veio no segundo set. Sakkari ganhou 24 dos 41 pontos de saque do período contra 17 de Chwalinska, converteu uma quebra e defendeu as duas bolas de break que enfrentou para fechar em 6-3. No set decisivo, o equilíbrio prevaleceu — 27 a 28 em pontos de saque —, mas a polonesa venceu 18 a 10 em pontos de devolução, salvou a única bola de break que concedeu, quebrou uma vez e selou o 7-5.
O jogo da polonesa morou na devolução: 42 pontos ganhos recebendo contra 25 da rival, e quatro quebras convertidas contra uma. Sem cravar um ace sequer — Sakkari anotou três —, Chwalinska compensou com 78% de acerto no primeiro saque e eficiência nos momentos decisivos, enquanto a grega cometia três erros duplos.
Chwalinska avança às semifinais de Wuhan com uma lição assinada em quadra: não precisou de um ace para chegar até aqui — precisou de devolução, paciência e de converter quando importou.
TênisMedvedev apaga o 1-6 do segundo set, salva 11 break points e fecha a classificação com 18 pontos de recebimento contra 4 no terceiro set.
TênisSeis vitórias seguidas entre as duas finalistas e nenhum confronto no retrospecto: a decisão de Wuhan é uma folha em branco.
TênisTrês vitórias seguidas de cada lado e uma vaga na final em jogo em Wuhan.