AI SPORTSANALYTICSCada um dos cinco chutes no alvo virou gol na Red Bull Arena; Haaland decidiu aos 78 com a maior chance da noite

Cinco finalizações entre as traves, cinco bolas na rede. Em 27 chutes somados, apenas cinco foram ao alvo — e todos terminaram em gol. A noite na Red Bull Arena foi de eficiência extrema dos dois lados, mas o volume ficou com o Manchester City: 65% de posse de bola contra 35% dos anfitriões.
O City chegou cedo: Rayan Cherki chutou aos 8 minutos, e Antonio Nusa respondeu aos 14, com a primeira defesa da partida. David Raum e Christoph Baumgartner tentaram de fora, sem sucesso. A abertura veio aos 37, em gol creditado a Castello Lukeba, 0 a 1. Erling Haaland exigiu nova defesa aos 39, Nico O'Reilly desperdiçou aos 40 e Brajan Gruda finalizou aos 42, sem gol. No intervalo, vantagem visitante por 0 a 1.
O segundo tempo abriu o jogo. Aos 49, Ridle Baku empatou com assistência de Brajan Gruda. Christopher Nkunku entrou aos 57 e mudou o ataque. Aos 58, Enzo Fernández recolocou o City à frente, servido por Iliman Ndiaye, em finalização avaliada em 0,352 de xG — e aos 61 Nkunku deu o passe para Antonio Nusa empatar de novo: 2 a 2. Jérémy Doku entrou aos 64 no lugar de Phil Foden. Aos 78, Haaland recebeu de Elliot Anderson e decidiu: 2 a 3. Rayan Cherki acertou a trave aos 84 e Ezechiel Banzuzi desperdiçou a última chance nos acréscimos.
Haaland fez a diferença. Duas finalizações defendidas — aos 39 e aos 53, esta última avaliada em 0,32 de xG — anteciparam o momento decisivo. Aos 78, com 0,623 de xG, a maior chance individual da partida, ele não perdoou. Três oportunidades, um gol que valeu três pontos fora de casa.
Ao Leipzig restou o saldo de chutes — 14 a 13 — e a lição da noite: na Champions, volume sem direção ao gol não decide. O City fecha a conta como abriu: cinco no alvo, cinco gols, eficiência acima de tudo.
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